Pastor Murback || Pagina Oficial
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terça-feira, 8 de setembro de 2026
terça-feira, 1 de setembro de 2026
Democracia: O que vem a ser isso?
Segundo Pastor Sergio Murback, "Democracia: O que vem a ser isso? É uma breve reflexão do tipo de governo que o povo brasileiro escolheu há muito tempo, vamos dizer que após a Constituição de 1988 houve a Redemocratização passado o período da Ditadura Militar que ocorreu de 1964 a 1985. Hoje podemos escolher os nossos candidatos aos vários cargos públicos e políticos através das urnas eletrônicas. Democracia é isso escolher livremente seus candidatos aos cargos políticos em eleições livres.
segunda-feira, 31 de agosto de 2026
Eleições 2026: Sou obrigado a Votar?
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
Voto: Cada voto importa Eleições 2026
Para Pastor Sergio Murback, "Voto: Cada voto importa Eleições 2026", é uma breve explicação da importância do voto útil e do voto pensando também nas gerações futuras, já faz algum tempo que as políticas públicas não conseguem manter um equilíbrio nem fiscal e nem financeiro. A população em questão de urgência precisa valer o seu voto em pessoas, ou políticos que tenham melhores planos de governo no sentido executivo com pautas e projetos que visam a sociedade como um todo, no sentido igualitário, sem excluir ninguém; por esse motivo cada voto importa e muito. O seu voto pode fazer a diferença nas gerações futuras em questão de Educação Pública de qualidade, saúde pública de qualidade, segurança pública de excelência, etc...
"Cada voto importa" é a máxima que resume a força e a responsabilidade da democracia. Essa frase traz consigo alguns significados centrais:
1. A Igualdade da Cidadania
No processo eleitoral, a voz de todas as pessoas tem exatamente o mesmo peso. Não importa a classe social, nível de escolaridade, gênero ou origem, diante da urna, cada cidadão possui o mesmo poder de decisão.
2. O Impacto das Pequenas Margens
Historicamente, diversas eleições em municípios, estados e até em decisões nacionais foram decididas por margens extremamente pequenas — às vezes por pouquíssimos votos. O seu voto pode ser justamente o que desempata ou define o resultado final.
3. A Construção do Coletivo
Mesmo quando um candidato não vence, a quantidade de votos recebida por ele (ou por um partido) envia um sinal claro sobre quais pautas a sociedade valoriza, influenciando o debate público e a atuação dos eleitos.
Segundo Pastor Sergio Murback, "Voto Secreto", por que secreto é porque só você estará na urna eletrônica na hora de votar, porém, lembre se que você precisa pensar na sua família, nos mais jovens que em tese seriam seus filhos/as, netos/as e em outras famílias que você ama. Votar pela comunidade toda desejando o bem estar de todos. Um único voto tem um milhão se significados. Na hora de votar pense bem no melhor em todos os cargos para um futuro melhor.Lembre-se: Abster-se ou deixar de votar transfere a terceiros a decisão sobre o seu futuro, os seus impostos e os seus direitos.
O voto secreto é um dos pilares fundamentais das democracias modernas. Ele garante que o ato de votar seja uma expressão individual, livre de pressões, coerções ou ameaças externas.
Por que o voto secreto é essencial?
Proteção contra o abuso de poder: Historicamente, sem o sigilo, patrões, coronéis locais, autoridades e detentores do poder econômico podiam controlar o voto de subordinados ou eleitores vulneráveis (práticas como o clássico "voto de cabresto"). O segredo liberta o eleitor para votar em quem realmente deseja.
Garantia de liberdade de consciência: A urna blindada assegura que ninguém — nem familiares, amigos ou grupos políticos — possa punir, discriminar ou cobrar satisfações de um eleitor pelo candidato ou partido que escolheu.
Redução da compra de votos: Se o voto fosse aberto, o aliciamento de eleitores seria muito mais fácil, pois o corruptor poderia "fiscalizar" se a pessoa cumpriu o acordo. O sigilo quebra essa lógica criminosa.
Um breve panorama histórico no Brasil
O passado de controle: Durante o Império e, de forma muito intensa, na República Velha (1889–1930), o voto no Brasil não era secreto. As eleições eram marcadas por fraudes escancaradas, intimidações físicas e controle dos coronéis sobre os eleitores.
A conquista (1932): O voto secreto foi instituído no Brasil com o Código Eleitoral de 1932, sendo consagrado na Constituição de 1934. Esse avanço representou uma virada histórica para dar credibilidade e limpidez ao processo democrático nacional.
O sigilo é um direito e uma garantia: O fato de o voto ser secreto significa que você não precisa (e nem deve) revelar em quem votou para ninguém, a menos que queira fazê-lo por livre e espontânea vontade.
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Cidadania: O que seria?
Para Pastor Sergio Murback, "Cidadania: O que seria? Passarei a tratar desta temática
A cidadania é o vínculo jurídico, político e social que une um indivíduo a um Estado, garantindo-lhe o gozo de direitos e o cumprimento de deveres que asseguram sua participação ativa na sociedade e sua dignidade humana.
Em termos práticos, ser cidadão significa não apenas habitar um território, mas ter voz, vez e proteção perante as leis e as instituições públicas.
Os Três Pilares da Cidadania Moderna
Historicamente, a cidadania tal como conhecemos hoje consolidou-se em três dimensões principais (segundo a clássica divisão do sociólogo T. H. Marshall):
Direitos Civis: Garantem as liberdades individuais fundamentais, como a liberdade de expressão, de crença, de locomoção, o direito à propriedade e a igualdade perante a lei.
Direitos Políticos: Asseguram a participação na vida política da comunidade, permitindo votar, ser votado e organizar-se para influenciar as decisões do governo.
Direitos Sociais: Garantem o acesso a um padrão mínimo de bem-estar e vida civilizada, englobando políticas públicas essenciais como saúde, educação, previdência e trabalho digno.
Cidadania Formal vs. Cidadania Plena
Cidadania Formal: É a dimensão burocrática e jurídica. Refere-se simplesmente ao fato de a pessoa possuir nacionalidade e documentos oficiais que a reconhecem como parte de um país.
Cidadania Plena (ou Substantiva): Acontece quando o cidadão não tem apenas os direitos escritos no papel, mas possui condições reais de exercê-los. Isso envolve o combate à pobreza, à discriminação e à exclusão social, permitindo que todos participem de fato da vida coletiva.
Em resumo, cidadania é a prática constante de construir direitos, cumprir responsabilidades e buscar justiça social, garantindo que a democracia seja real e inclusiva para todos os membros da sociedade.
terça-feira, 25 de agosto de 2026
Salmo 91: Aquele que habita a Sombra do Onipontente
Para Pastor Sergio Murback, "Salmo 91: Aquele que habita a sombra do Onipotente": Foi necessário usar a analogia desta árvore grandiosa para poder mensurar algo que possa nos conceder uma ideia de sombra. Só terá direito a esta sombra do Altíssimo aqueles que realmente obedecem à Palavra de Deus e o servem de verdade.
Sermão: Sob a Sombra do Onipotente (Baseado no Salmo 91)
Introdução
O Salmo 91 é amplamente conhecido como o "Salmo da Proteção" ou o "Hino da Confiança". Escrito em uma época de incertezas, ele nos convida a sair do lugar do medo e habitar no lugar da segurança espiritual. Vamos refletir sobre três verdades fundamentais que este Salmo nos ensina sobre a nossa comunhão e segurança em Deus.
1. O Lugar da Habitação (Versículos 1 e 2)
"Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei."
Habitar versus Visitar: O salmista não fala sobre quem faz uma visita rápida a Deus nos momentos de aperto, mas sobre quem habita. Habitar significa morar, fazer residência fixa.
A Sombra do Onipotente: Estar à sombra de Deus implica em proximidade. Só há sombra se estivermos perto o suficiente da fonte para que ela nos cubra.
Uma Confissão Pessoal: No verso 2, a fé se torna pessoal. Não é apenas "o Deus de Israel" ou "o Deus da igreja", mas "o meu Deus, o meu refúgio".
2. A Realidade dos Perigos e o Livramento (Versículos 3 a 13)
"Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa... Não temas o pavor noturno, nem a seta que voa de dia..."
Perigos Ocultos e Abertos: O texto menciona o "laço do passarinheiro" (as armadilhas sutis e invisíveis da vida) e a "peste perniciosa" (as crises que assolam coletivamente). Também fala da "seta que voa de dia" e do "espanto que ataca à noite".
A Presença de Anjos: Deus envia os seus anjos para nos guardar em todos os nossos caminhos (v. 11). Isso não significa ausência de lutas, mas sim a certeza de que nenhum mal final poderá nos destruir porque estamos guardados nas mãos do Criador.
O Escudo da Fé: A nossa maior arma contra o medo não é a negação da realidade, mas a certeza de que a soberania de Deus é maior do que qualquer ameaça.
3. A Resposta do Próprio Deus (Versículos 14 a 16)
"Porquanto tão apegado esteve a mim, eu o livrarei; pô-lo-ei em alto retiro, porque conheceu o meu nome. Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; tirá-lo-ei e o glorificarei."
Na parte final, o tom muda: o próprio Deus passa a falar, selando a promessa com quatro atitudes marcantes:
Ele nos livra: Porque decidimos nos apegar a Ele pelo amor.
Ele nos protege ("em alto retiro"): Coloca-nos em um lugar inacessível para o inimigo.
Ele nos atende: Promete responder quando o invocarmos e estar conosco na angústia (não nos abandona no meio do vale).
Ele nos honra: Garante fartura de dias e a revelação da sua salvação.
Conclusão e Aplicação
O Salmo 91 não é um passe livre para uma vida sem tempestades, mas é a garantia suprema de que nenhuma tempestade pode nos afastar da presença de Deus.
Qual é a área da sua vida hoje que precisa deixar de ser habitada pelo medo e passar a habitar no esconderijo do Altíssimo? Entregue suas ansiedades a Ele e descanse sob a sua sombra protetora.
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
Salmo 27: O Senhor é a minha luz
Para Pastor Sergio Murback, "Salmo 27: O Senhor é a minha luz", é escrito por Davi, é um hino de confiança inabalável que contrasta os medos reais da vida com a presença protetora de Deus. Escrito em um contexto de oposição e perigo, este salmo nos ensina como transitar da incerteza para a paz por meio do culto, da oração e da esperança ativa.
A Convicção que Vence o Medo
Davi inicia o salmo com uma declaração categórica no versículo 1: "O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O Senhor é a fortaleza da minha vida; de quem terei temor?"
O medo é uma reação natural diante das ameaças, mas Davi escolhe fundamentar sua mente em três verdades sobre Deus:
Luz: Dissipa a escuridão da dúvida, da confusão e do desconhecido.
Salvação: Garante o livramento nas batalhas que não conseguimos vencer sozinhos.
Fortaleza: Serve como um refúgio inexpugnável onde o inimigo não pode prevalecer.
Quando as ameaças se multiplicam, a dimensão de Deus na nossa mente deve ser maior do que a dimensão dos nossos problemas.
Uma Única Prioridade
Diante da pressão, a reação humana comum é buscar saídas estratégicas ou alianças terrenas. Davi, no entanto, simplifica suas necessidades em uma única busca central no versículo 4: "Uma coisa pedi ao Senhor, e a buscarei: que possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida..."
A verdadeira segurança não vem da ausência de conflitos, mas da presença do Criador. Buscar a face de Deus em meio à tempestade produz:
Beleza: A contemplação da santidade de Deus transforma nossa perspectiva.
Proteção: Deus nos esconde no seu tabernáculo no dia da adversidade (v. 5).
Firmidão: Ele nos põe sobre uma rocha alta, acima dos inimigos ao redor.
Da Confiança à Esperança Ativa
Na segunda metade do salmo, o tom muda para uma oração fervorosa. Davi clama por misericórdia, ensino e direção. Ele reconhece que, mesmo se as relações humanas mais íntimas falharem — "porque, se meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me acolherá" (v. 10) —, o cuidado de Deus permanece inalterado.
O salmo encerra com uma exortação fundamental para os dias de aflição: "Espera pelo Senhor; tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo Senhor" (v. 14). Esperar em Deus não é passividade, mas uma atitude de confiança vigilante enquanto Ele opera a nossa vitória.








